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Imagens descartadas

Bloemendaal 1958

Descoberta na primeira metade do século XIX e por muito tempo considerada um médium secundário, a fotografia atingiu seu momento triunfal neste início do século XXI, estabelecendo-se como arte predominante entre as artes contemporâneas. A emergência da era digital, a evidencia do seu caráter de médium híbrido e sua acensão de status em décadas recentes, viram surgir um interesse recorde pela fotografia, trazendo à tona questões diversas sobre sua especificidade como médium e a urgência da sua conservação como objeto.

O incalculável volume de fotografias produzido pela nossa sociedade é de tal forma gigantesco e onipresente que, em diversas circunstâncias, pode-se afirmar que o ato de fotografar se tornou até mais importante que o evento em si. Ou seja, fotografa-se para comprovar e para confirmar eventos banais, numa época em que, paradoxalmente, a fotografia é manipulável e serve tambem para manipular o resultado desejado e, consequentemente, o  status quo.

Aqui surge a reflexão proposta por este trabalho, que é o questionamento sobre o destino de tais imagens. As imagens digitais, está claro que têm servido muito para ilustrar redes sociais na internet. Mas o que dizer da fotografia material, produzida na era analógica? E indo mais alem, qual o objetivo final do registro compulsivo que realizamos da nossa própria existência?

Se refletirmos sobre à importância que atribuímos a como somos fotografados e a como fotografamos a nossa vida, como colecionamos imagens e coisas, como costumávamos carregar, até pouco temo atrás, as queridas 3×4 dos nossos entes queridos na carteira, podemos assegurar que o objeto fotografia é algo a ser redescoberto, admirado, cuidado e até mesmo adorado. No entanto, a obsessão da coleção de registros individuais parece que encontra sua falência em um certo momento da vida, com a morte, qdo tudo entra em declínio, e as coisas acumuladas como objetos de afeto são abandonadas, perdidas ou descartadas.

 

 

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